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histórias da ilustração portuguesa

Águas Santas

carvalhehos ip 533 8 mi 1916

Ilustração Portuguesa, 1916

Curavam tudo. Afiançadas por sábios saídos de uma qualquer banda desenhada e alardeando virtudes que hoje nos parecem assustadoras, como a radioatividade, curavam males eternos ou passageiros, e doenças socialmente reprováveis como a «Flores Brancas», eufemismo para a persistente candidíase. Nas duas primeiras décadas do século vinte, a saúde era motivo de ralação geral e pretexto para muito anúncio de comes e bebes milagroso, numa sociedade ainda vulnerável às epidemias e à falta de banho. Para substituir a seringa e o sabonete havia vinho nutritivo de carne garantido pela farmácia, sal reconstituinte de ossos e nervos, tabaco para prevenir a cárie e aclarar a voz, e o célebre Emoneura, medicamento-alimento que curava 20 maleitas, incluindo a nostalgia. Mas as inocentes águas de mesa eram as recordistas de milagres, misturando a bula científica e a intervenção divina, como nas Caldas Santas de Carvalheiros, onde um anjo anuncia Cura-te Ipsum (Cura-te a ti mesmo). Mercadoria supérflua em cidades habituadas ao aguadeiro galego e ao chafariz, tinham rótulos de propaganda médica, mas a sua publicidade em revistas e jornais já segmentava públicos e interesses, vendendo o folclorismo romântico de oitocentos nas águas do Alardo, Curía e Mouchão da Póvoa, a elegância das elites na Serra do Trigo, Monte Banzão, Caxambú ou Pedras Salgadas, ou mesmo a paródia popularucha no garrafão da Fonte de Sula, ainda assim radioativa, ionizada e rica em gases raros.

A extensa lista de águas engarrafadas inclui as contemporâneas Água Castello, Alardo e Pedras Salgadas, mas outras se perderam no tempo e nas mudanças climáticas, como as do Monte-Banzão, em Colares, cuja exploração foi abandonada em 1937, ou as do Mouchão da Póvoa de Santa Iria (ilha no Tejo), ali ao Rio Trancão de má memória. A brasileira Caxambú, era importada do maior complexo hidromineral do mundo e estância predileta da família imperial do Brasil, no Estado de Minas Gerais. Com exceção desta exótica água, ilustrada pela mão de Alfredo Morais, a autoria dos anúncios é geralmente anónima e o registo naturalista, a sublinhar as santas intenções do anunciante. Tanta pretensão científica, a roçar o charlatanismo, reclamava, numa sociedade temente a Deus mas ansiosa pelo progresso material, a certeza de que só se vive uma vez.

 

Holy Waters

They were a cure for everything. Endorsed by wise men in some cartoon strip or other, and boasting qualities such as radioactivity, which seems rather alarming nowadays, they could cure perpetual ills and some no longer fashionable, along with socially frowned-upon complaints like the decorously named ‘White Flowers’, none other than recurrent thrush. Health was a general concern and pretext for a lot of publicity promoting miraculous food and beverages among people still exposed to epidemics and with little water to wash with. To replace syringes and soap, there was nutritious meat wine with the chemist’s guarantee, salt to stengthen bones and nerves, tobacco to prevent caries and to clear throats, and the famed Emoneura, a medication-foodstuff that cured 20 ailments, including nostalgia. But this innocuous table water was a record-breaking miracle worker, blending scientific instructions and divine interventions in the Caldas Santas de Carvalheiros spa, in which an angel announces ‘Cura-te Ipsum’ (‘Cure Youself’). In the 1910s and 1920s, bottled drinking water, an unnecessary product in towns with Galician water-carriers and public fountains, bore labels that promoted its medicinal benefits, while its publicity in magazines and newspapers divided different customers and interests: there were the 19th-century romantic, folkloric customs in the Alardo, Curía and Mouchão da Póvoa spas, the upper-class elegance in Serra do Trigo, Monte Banzão, Caxambu and Pedras Salgadas and even the cartoonlike lampoonery of the Fonte de Sula demijohn of radioactive and ionised water full of rare gases.

The list of bottled drinking water is long and includes present-day Água Castello, Alardo and Pedras Salgadas, as well as others that have vanished with time and climatic changes, such as Mouchão da Póvoa de Santa Iria (an island in the River Tagus) near the ill-famed River Trancão. The Brazilian Caxambú bottled water was imported from the world’s largest hydro-mineral complex in the state of Minas Gerais, a spa the Brazilian Imperial family favoured. Apart from this exotic water, with its illustrations by Alfredo Morais, most of these waters’ publicity is usually anonymous and the ‘holy’ intentions of the advertisers highlighted in a naturalistic style. Such great scientific pretentions, which verged on charlatanism, were an affirmation in a society living in fear of God but eager for material progress that there was no doubt we only life once.

carvalhelhos

Diário de Notícias, Natal 1918

castelo ip 94 9 dez 1907

Ilustração Portuguesa, 1907

água castello 1909

Ilustração Portuguesa, 1909

alardo ip 527 27 mar 1916

Ilustração Portuguesa, 1916

curia

O Lusitano, 1915

1913 mouchao

Ilustração Portuguesa, 1913

caxambu

Serões, 1906

1918 pedras salgadas.dn natal

Diário de Notícias, Natal 1918

monte banzão IP 25 13 ago 1906.2

Ilustração Portuguesa, 1906

serra do trigo 1906

Ilustração Portuguesa, 1906

1916 agua da fonte de sula

Ilustração Portuguesa, 1916

As imagens foram restauradas digitalmente

Fontes
O Sono Desliza Perfumado — Publicidade Ilustrada, Biblioteca Silva, Arranha-Céus, 2018

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Leituras primárias

Primeiros passos b

O Almanaque vai à escola. Para aprender as primeiras letras num contraditório ramalhete de manuais, publicado pela Livraria Popular de Francisco Franco já em tempos da Ditadura de Maio mas lustrando os valores da Primeira República. À sequência feliz de títulos, que são também programa pedagógico: Primeiros Passos, Pouco a Pouco, Mais Adiante e Finalmente…, junta-se a inteligente narrativa sequencial das quatro capas, que nos levam a um happy end civilizacional, não faltando numa delas o dedo luso nas indispensáveis caravelas que «deram novos mundos ao mundo». Sem data expressa mas referenciados na Biblioteca Nacional pelo ano de 1932, o conjunto é uma formidável encomenda ilustrada por Alfredo Morais (1872-1971), um verdadeiro faz-tudo da época que só terá sido ultrapassado em quantidade pelo gigantesco Stuart de Carvalhais. Nas 260 ilustrações espalhadas pelos quatro livros, nascidos nas vésperas do Estado Novo (a 5.ª edição do livro da Terceira Classe Mais Adiante já traz enxertados panegíricos sobre o Marechal Carmona e Salazar), Morais aplica o seu exímio talento de naturalista, caprichando nas antiquadas convenções do início do século, desde as cadres incompletas ao sombreado a traço, tributário da gravura em madeira ou talhe doce. Uma década depois dos bonecos modernistas para As Aventuras de Felício e Felizarda ao Pólo Norte que Mily Possoz tinha desenhado para um livro de leitura da 5.ª Classe, o romantismo gráfico continuava a ser a opção das conservadoras elites republicanas, cujos confessados ideais já foram aqui revelados no post sobre a Biblioteca Para a Infância, de Maria O’Neill. Sem as meias tintas e os dramalhões passionais ou bélicos que outras literaturas, também populares, exigiram a Morais, estes manuais escolares revelam um must do seu ágil traço a negro, aqui e ali avivado em combinações de duas ou três cores. A mão certeira de Morais e a indisfarçável doçura das suas crianças colavam bem ao arrebatado amor ao próximo e à exaltação pagã da matéria de que eram feitas a terra e as gentes do Portugal da Primeira República.

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Pouco a Pouco

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Mais Adiante

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Finalmente... 12.ª

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4 classes

 

 

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Feliz Natal, Sr. Lourenço

Boas Festas e Felicidades no Ano Novo“, “Agradecimentos pelos Amáveis Votos de Boas Festas Cordialmente Retribuídos” ou “Natal Alegre e Ano Novo Muito Feliz“. Escolhia-se a frase, preenchiam-se remetente e destinatário, dobrava-se o impresso em seis partes e a simpática missiva estava pronta para aumentar a Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade. Manuel Cerejeira, amigo íntimo de Salazar, ascendeu a cardeal-patriarca de Lisboa em 1930. Igreja e Estado Novo partilharão doravante a ideologia e retribuirão favores e obediências, ela ressentida dos desmandos da Primeira República, ele esperando ajuda na pacificação do rebanho. O sucesso dos telegramas postais ilustrados dos CTT no Natal (BF), a partir de 1934, multiplicou-se em 1936 com o envio de impressos similares pela Páscoa (PAX). Circularam até 1972 e constituem um emaranhado de designações conforme as versões com frases pré-definidas ou de texto livre, e modos de envio, a partir dos postos dos Correios ou diretos do remetente ao destinatário (directos e autógrafos). A face frontal dos telegramas tinha moldura apelativa com ilustrações alusivas à quadra natalícia.

A iconografia estereotipada do nascimento e ressurreição de Jesus pedia mão realista e virtuosa como a de Júlio Gil (1924-2004), Alfredo Morais (1872-1971) e Raquel Roque Gameiro (1889-1970). São do infatigável Morais três exemplares de BF com risonhos querubins vestidos de bibe, Reis Magos em trânsito, e uma ternurenta Natividade, em aguarelas naturalistas salpicadas a ouro, a dos benjamins a lembrar a de Raquel, ilustradora mais preciosista com as suas rosadas criancinhas. Júlio Gil, cujo grafismo ascético se prestou sempre à ilustração da doutrina e da fé, ilustrou os restantes exemplares em generosas impressões a cinco e seis cores diretas. Caros e raros, os telegramas ilustrados podem ser encontrados em feiras de colecionismo especializado como a do Mercado da Ribeira, em Lisboa, aos domingos de manhã.

Alfredo Moraes, s.d.

Alfredo Moraes, s.d.

Alfredo Moraes, 1957

Raquel Roque Gameiro, 1956

Júlio Gil, s.d.

Júlio Gil, 1958

Júlio Gil, 1962

Júlio Gil, s.d.

Júlio Gil, s.d.


Publicidade ao serviço PAX, ilustração de Oskar, 1942

Fontes

http://www.inteirospostais.com/ostelegramaspostaispax.htm

Catálogo de Inteiros Postais Portugueses, 1º Volume de José da Cunha Lamas e A.H. de Oliveira Marques”

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Os índios bons são os índios mortos

O falso explorador, n.º 47

Texas Jack, aliás John Baker Omohundro, foi um célebre aventureiro do Oeste americano, nascido em 1846 e morto aos 33 anos por uma inglória pneumonia. Exímio cavaleiro, cowboy e caçador, pelejou de facto com os índios durante as heróicas travessias de gado através do Texas, Nebraska e Missouri. Foi também ator de teatro, e as suas aventuras cedo foram ficcionadas em panfletos populares. Pelos primeiros anos do século XX, a Europa era assolada pela moda dos folhetos de aventuras, com novelas independentes em cada número, mas seriadas para atrair colecionadores. Em fascículos quinzenais de 60 réis, A Vida D’Aventuras de Texas Jack – O Terror dos Índios – começou em Agosto de 1909, em plena agonia da Monarquia Constitucional. Os 120 fascículos de Texas Jack da Lusitana Editora, mais tarde Empresa Literária Universal, integravam uma avalancha de novelas colecionáveis onde abundavam aventureiros de espécies várias desde o pirata Capitão Morgan ao “polícia secreta” Sherlock Holmes. Género de produção barata e rápida, apenas a capa era contemplada com ilustração e grafismo exuberantes. Texas Jack foi reeditado várias vezes, uma delas com o novo antetítulo de O Jornal d’Aventuras e preço em escudos, pelo editor José Pires Teodósio.

As façanhas d’um Lord, n.º 51

Alfredo Morais (Lisboa, 1872- 1971) foi um dos mais prolíficos ilustradores portugueses durante uma longa vida de 99 anos. Omnipresente nas três primeiras décadas do século em livros infantis e escolares, jornais e editoras, o seu registo naturalista, virtuoso e expressivo, estava naturalmente talhado para uma infinidade de géneros da literatura popular. Em cópias de ilustrações das edições originais (prática corrente na época), Morais retratava as cenas mais animadas do enredo, onde o assassínio era desfecho certo. Indígenas, bandidos e feras eram sistematicamente dizimados a tiro ou à facada por um Texas Jack em traje de gala a fazer lembrar o Buffalo Bill’s Wild West Show, cuja memória das tournées pela Europa nos anos de 1886 e 1889-90 estaria ainda presente. A expressividade de gestos e caras, verdadeira marca de água de Moraes, evocam o teatro declamado, a grande paixão nacional daqueles tempos, e o cinema mudo que se começara a popularizar  (o célebre The Great Train Robbery, dirigido por um cameraman de Thomas Edison, data de 1903, e abriu o filão de filmes sobre o Oeste americano). Com gravações de A Illustradora, as imagens da capa eram impressas a azul nos primeiros quarenta números (exceto o n.º 1, a várias cores) e em bicromia até ao final da coleção. Apesar da pobreza do papel e da impressão, a mistura do azul e vermelhão é um dos principais atrativos destas terríveis mas ingénuas cenas de um Oeste mítico que atravessou todo o século XX.

 

 

A estalagem da paz, n.º 99

O bandido vermelho, n.º 89

Os estranguladores vermelhos, n.º 82

Vingança frustrada, n.º 97

A vingança do engenheiro, n.º 81

 

Fontes Sources

N.º 13 – Informações e Estudos sobre Jornais Infantis, Literatura Popular e Histórias aos Quadradinhos, A. J. Ferreira, Dezembro 1992 (cortesia do livreiro José Vilela)

Portugal Século XX – Crónica em Imagens, Joaquim Vieira, Círculo dos Leitores, 1999

http://texasjack.wordpress.com

http://xroads.virginia.edu/~hyper/hns/westfilm/west.html


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Os bons costumes portugueses

Costumes Portugueses, il. desc., ed. Papelaria V.ª Marques, Lisboa, 1936

Os correios portugueses emitiram o primeiro bilhete postal em 1878 e os primeiros ilustrados em 1894, no V Centenário do Nascimento do Infante D. Henrique e em 1901 há notícia de  uma série com costumes, monumentos e paisagens de Coimbra, editados por Albino Caetano. As duas séries de Alberto Souza, (1880-1961), a 5.ª série de Lisboa e as paisagens da 3.ª, são do princípio do século. Com as suas cores acinzentadas e uma virtuosa impressão litográfica, são um tesouro para colecionadores. Continuando a tradição oitocentista de representação do pitoresco em gravuras e litografias avulsas, as séries de costumes regionais cedo se concertaram com a organização política do território. Lisboa, a grande metrópole, constituiu-se como tema próprio desde muito cedo, como a curiosa colecção editada e desenhada por Angelo N. Pons caricaturando tipos citadinos, em 1904.

Os Ballets Russes de Diaghilev, que se exibiram em Lisboa em 1917 e 18, marcaram profundamente a primeira geração modernista portuguesa. E reavivaram a chama do imaginário popular rural. O programa estético modernista privilegiava o progresso urbano e a classe média mas não resistiu muito tempo à indiferença geral. A mulher da hortaliça* regressava, nos finais de vinte, mais estilizada nas capas da revista Civilização, mais naturalista nas da Ilustração, ambas cumprindo o ideário do nascente Estado Novo: exaltar a identidade lusa e a pureza do mundo rural.

Typos Populares de Lisboa – 5.º Série, il. Alberto Souza, ed. A Editora, 1904

Portugal – Typos das Ruas, il. e ed. Angelo N. Pons, 1904

Províncias de Portugal, il. Alfredo Morais, ed. António Vieira, Lda., Lisboa, s.d.

Costumes Portugueses, il. Alfredo Morais, ed. G&F, Lisboa, 1940

Costumes Portugueses, il. desc., ed. Papelaria V.ª Marques, Lisboa, 1936

Il. Elisa B. Felismino, ed. MCL, Lisboa, s.d.

Il. Cesar Abbott, ed. Centro de Novidades, Porto, 1942

Costumes Portugueses, Série B, il. Alberto Souza, ed. CTT, 1941

Costumes Regionais Portugueses, il. desc., ed. desc., 1939

O bilhete postal de costumes dos anos 20 a 40 resiste ao acerto com o Modernismo esteticizado de Bernardo Marques, Jorge Barradas ou Roberto Nobre, e fica-se pelo naturalismo, muito graças à prolífica carreira de Alberto Souza. A formidável equipa de modernistas portugueses ao serviço da Política do Espírito de António Ferro não teve oportunidade de brilhar no bilhete postal. A exceção é uma notável coleção de 12 postais de Piló (Manuel Piló, Lisboa 1905-1988), na década de trinta e onde a depuração gráfica se aproxima dos cânones construtivistas dos anos 20. Para o Neo-realismo, incluído na terceira geração modernista, coreografar o pitoresco das classes trabalhadoras estava fora do programa, apesar das sugestivas ceifeiras de um Pavia ou de um Cipriano Dourado.

Emilio Freixas (1899-1976), glória da banda desenhada espanhola, revela uma mudança apreciável numa série criada para a editora Ibis, já na década de 60. A ruralidade perde relevância na crescente urbanização do país e consolida-se o turismo de massas: a série inclui várias cenas de touradas para os postais do Ribatejo. Ao chegar aos anos 70, o bilhete postal de costumes ilustrados já não se levava a sério. Eugénio Silva (Barreiro, 1937), parodiava os tipos regionais adoptando o pop delicodoce da época e Zé Penicheiro (Arganil, 1921) ilustrou a Ria de Aveiro e a Figueira da Foz, nos anos de 73 e 74, no contexto da sua auto-denominada Caricatura em Volume. A  fotografia tornou-se totalitária e os postais, em kitsch technicolor, abasteciam hordas de turistas apressados.

Costumes Portugueses, il. Piló, ed. António Vieira, Lisboa, s.d.

Il. Laura Costa, ed. Oliva (máquina de costura), 1957

Il. D. Fuas, ed. desc., s.d.

Il. desc., ed. desc., s.d.

Portugal e Suas Maravilhas, il. João Alberto, ed. MD, Lisboa, s.d.

Costumes de Portugal, il. desc., ed. AVL, Lisboa, s.d.

Portugal em Silhuetas, il. desc., ed. António Vieira, Lda., Lisboa, s.d.

Il. Emilio Freixas, ed. Ibis, s.d.

Trajes Regionais Portugueses, il. Eugénio Silva, ed. Âncora, Lisboa, s.d.

Il. Zé Penicheiro, ed. Comissão Nacional de Turismo, Aveiro, 1973

A ausência de créditos de edição e autoria artística é frequente. As datas das séries aqui representadas referem-se a carimbos dos correios em postais circulados. Podem não coincidir com as datas de publicação inicial.

* Referência à frase de Christiano Cruz, em 1913, contra o academismo naturalista, personificado por Alberto Souza.

Fontes: Ilustradores Portugueses no Bilhete Postal, Artemágica Editores, 2003

O Povo de Lisboa, catálogo, Câmara Municipal de Lisboa, 1979

Os Postais da Primeira República, António Ventura, Tinta da China, 2010

http://postaisilustrados.blogspot.com

http://www.hernanimatos.com


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