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histórias da ilustração portuguesa

Zé Manel

Zé Manel jornal do exército julho 1973 s

José Manuel Domingues Alves Mendes (Zé Manel), Lisboa, 1944

A biobliografia de Zé Manel tem a colaboração de Carlos Moreno

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JORNAIS / O País
Figuras & Figurões. Concurso de caricaturas recortáveis para colar em caderneta. O País, de 5 novembro 1976 a 28 janeiro 1977. 36 caricaturas a preto.

Zé Manel - sá carneiro - 1976

REVISTAS DE HUMOR / O Brincalhão
“Internacional Self-Service”. O Brincalhão, n.º 1, 1 setembro 1965. Capa 1 ct. 4 cores.

Zé Manel - O Brincalhão - 1 1965

As visitas do Senhor LisboaO Brincalhão, n.º 1, 1 setembro 1965. 3 il. a preto.
“— Mas, senhor Gonzaga, eu sou o cúmulo da economia! Só com um metro deste tecido de bolinhas, vesti a família toda!”O Brincalhão, n.º 2, 15 setembro 1965. Capa 1 ct. 4 cores.
“— Eu hoje não me despi, porque estão na plateia umas pessoas lá da minha terra!”O Brincalhão, n.º 3, 1 outubro 1965. Capa 1 ct. 4 cores.
“— Não vou a sua casa ver a colecção de selos, porque você deve ser daqueles que têm mesmo uma colecção de selos!”O Brincalhão, n.º 4, 15 outubro 1965. Capa 1 ct. 4 cores.
“— Espero que a minha filha não esteja a aborrecê-lo, com a sua mania das acrobacias!”O Brincalhão, n.º 3, 1 novembro 1965. Capa 1 ct. 4 cores.
“— E diga-me: a menina gosta de animais? — Só de «vison» e «chinchila»!”O Brincalhão, n.º 6, 15 novembro 1965. Capa 1 ct. 4 cores.
“— Que azar! Com tantos milionários a bordo, logo se salvou o pelintra do meu marido!”O Brincalhão, n.º 7, 1 dezembro 1965. Capa 1 ct. 4 cores.
“— O Pai Natal: Eu bem queria deixar-lhe a prenda que o velhote pediu, mas a garota não cabe no sapato”O Brincalhão, n.º 8, 15 dezembro 1965. Capa 1 ct. 4 cores.
“— Deixa-o passar! Ele vem cheio de «peneiras»!”O Brincalhão, n.º 9, 1 janeiro 1966. Capa 1 ct. 4 cores.
“— Um «tapa-olhos»…”O Brincalhão, n.º 10, 15 janeiro 1966. Capa 1 ct. 4 cores.
“— O meu último patrão poderia dar-lhe muito boas referências minhas, mas a mulher matou-o…”O Brincalhão, n.º 11, 1 fevereiro 1966. Capa 1 ct. 4 cores.

Zé Manel - O Brincalhão 11 - 1966

“— Para que hei-de eu comprar bilhete, se daqui vejo tudo perfeitamente?”O Brincalhão, n.º 12, 15 fevereiro 1966. Capa 1 ct. 4 cores.
“— E quero que o ramo leve o preço bem à vista, porque é para oferecer a uma senhora!”O Brincalhão, n.º 16, 15 agosto 1966. Capa 1 ct. 4 cores.

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REVISTAS DE HUMOR / A Chucha
1975
Uma do Zé ManelA Chucha, n.º 2, 15 julho 1975. 1 ct. a preto.
«— Uma pistola!? Ai, ai, se o COPCON sabe…»A Chucha, n.º 2, 15 julho 1975. 1 ct. a preto.
«— Tudo a subir, tudo a subir, mas tu hás-de ser sempre do contra, Rafael…»A Chucha, n.º 2, 15 julho 1975. 1 ct. a preto.
Uma do Zé ManelA Chucha, n.º 3, 1 agosto 1975. 1 ct. a preto.
«— Eu bem te disse para tirares a mãozinha durante o banho de sol, idiota!…»A Chucha, n.º 3, 1 agosto 1975. 1 ct. a preto.
Zé Manel na praiaA Chucha, n.º 3, 1 agosto 1975. 1 bd a 2 cores.
«— Claro que é a chucha! A sra. julga que eu não sei ler, ou quê?»A Chucha, n.º 4, 15 agosto 1975. 1 ct. a preto.
Último modelo bikini ChuchaA Chucha, n.º 4, 15 agosto 1975. 1 il. a preto.
Uma do Zé ManelA Chucha, n.º 4, 15 agosto 1975. 1 bd a 2 cores.
Uma do Zé ManelA Chucha, n.º 7, 1 outubro 1975. 1 ct. a preto.
Três do Zé ManelA Chucha, n.º 7, 1 outubro 1975. 3 ct. a preto.
Quatro do Zé ManelA Chucha, n.º 8, 15 outubro 1975. 4 ct. a preto.
Quatro do Zé ManelA Chucha, n.º 9, 1 novembro 1975. 4 ct. a preto.
« As mulheres casadas exigem recolher obrigatório às 20 horas, já!»A Chucha, n.º 11, 15 dezembro 1975. 1 ct. a preto.
«— Que dizes, mamã? Um golpe, no dia em que casámos?! … Não, não sabíamos… estado de sítio?!… Não, não sabíamos… Recolher obrigatório?!… Não, não sabíamos… Já está tudo normal?! … Não, não sabíamos…»A Chucha, n.º 11, 15 dezembro 1975. 1 ct. a preto.
«— Papá! Tire a mão de cima do meu almoço, que eu também nunca as meti no seu prato, grande porco!…»A Chucha, n.º 11, 15 dezembro 1975. 1 ct. a preto.
«— Ai que giro, uma ratinha!…»A Chucha, n.º 11, 15 dezembro 1975. 1 ct. a preto.
«— Chega para dois, sim, menina Lizette! E tem muita sorte de ainda haver quem lhe ofereça 50% de casaco de peles nos tempos que vão correndo…»A Chucha, n.º 11, 15 dezembro 1975. 1 ct. a preto.
«— Não respeito o recolher obrigatório?! Eu, que estou aqui na caminha, a nanar desde as 10 da noite?!… É preciso lata!…»A Chucha, n.º 11, 15 dezembro 1975. 1 ct. a preto.
Zé Manel 11 - 15 dez 1975

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REVISTAS DE HUMOR / Parada da Paródia
1961
A Parada da Paródia revela um novo caricaturista! Zé Manel – Meco Júnior”Parada da Paródia, n.º 36, 13 julho 1961. 4 ct. a preto.

Zé Manel parada da paródia 1961

“— Vai-me receitar supositórios? Ainda bem, senhor doutor!”Parada da Paródia, n.º 37, 20 julho 1961. 1 ct. a preto.
“Chiado 6 da tarde”Parada da Paródia, n.º 38, 27 julho 1961. 1 ct. a preto.
“— O quê? Artigo de Luxo?!…”Parada da Paródia, n.º 39, 3 agosto 1961. 1 ct. a preto.
“— Por que é que não se apresentou 20 anos mais cedo?!!…”Parada da Paródia, n.º 39, 3 agosto 1961. 1 ct. a preto.
“— Eh! A sua camisola amarela é aquela, não é esta!…”Parada da Paródia, n.º 40, 10 agosto 1961. 1 ct. a preto.
“— E agora vamos entrevistar o vencedor da etapa – que se mostra desejoso de provar o delicioso produto que patrocina este programa!”Parada da Paródia, n.º 40, 10 agosto 1961. 1 ct. a preto.
“— Bem, eu comecei por me habituar a engolir o fumo…”Parada da Paródia, n.º 41, 17 agosto 1961. 1 ct. a 2 cores.

Zé Manel - Parada da Paródia

“— Ora bolas! Lá tornei a vestir a camisola ao contrário!”Parada da Paródia, n.º 42, 24 agosto 1961. 1 ct. a 2 cores.
“— Eh! A minha filha não está à venda!”Parada da Paródia, n.º 42, 24 agosto 1961. 1 ct. a preto.
“— Não te disse que estás proibido de fumar?! Olha que levas!”Parada da Paródia, n.º 42, 24 agosto 1961. 1 ct. a preto.
“Elas… «Eles…»”Parada da Paródia, n.º 42, 24 agosto 1961. 4 ct. a preto.
“— Mas onde se terá metido o teu primo Alfredinho?…”Parada da Paródia, n.º 43, 31 agosto 1961. 4 ct. a preto.
“— Ó filha, hás-de concordar que esta situação é insustentável!”Parada da Paródia, n.º 43, 31 agosto 1961. 4 ct. a preto.
“— Já lhe disse que não preciso de si para corista!!…”Parada da Paródia, n.º 43, 31 agosto 1961. 4 ct. a preto.
“— Desconfio que vou deixar de tomar remédios para emagrecer…”Parada da Paródia, n.º 43, 31 agosto 1961. 4 ct. a preto.
“— Tás a ver? É deste género de garotas que eu gosto mais!”Parada da Paródia, n.º 44, 7 setembro 1961. 4 ct. a preto.
“O Festival da Canção da Praia de Xabregas”Parada da Paródia, n.º 44, 7 setembro 1961. 10 ct. a preto.
“— Ena, que buraco tão grande!… — ??????…”Parada da Paródia, n.º 45, 14 setembro 1961. 1 ct. a preto.
“— Olá, boneco! — Fui eu!”Parada da Paródia, n.º 46, 21 setembro 1961. 2 ct. a preto.
“— Será entregue a quem provar pertencer-lhe!…”Parada da Paródia, n.º 46, 21 setembro 1961. 1 ct. a preto.
“— Estou desconfiada que o meu marido me quer deixar!…”Parada da Paródia, n.º 47, 28 setembro 1961. 1 ct. a 2 cores.
“— Estou farto! agora, quero experimentar o leite condensado!”Parada da Paródia, n.º 48, 5 outubro 1961. 1 ct. a preto.
“— Agora percebo poque é que o miúdo não aprende nada!”Parada da Paródia, n.º 49, 12 outubro 1961. 1 ct. a preto.
“— Papá, quero aproveitar a tua doença para te contar o que tenho feito nestes últimos 2 anos…”Parada da Paródia, n.º 50, 19 outubro 1961. 1 ct. a preto.
“— Artur! Artur!!”Parada da Paródia, n.º 50, 19 outubro 1961. 1 ct. a preto.
“— Percebes agora?!! É isto que ela tem e tu não tens!!!”Parada da Paródia, n.º 50, 19 outubro 1961. 1 ct. a preto.
“Lisboa das Tradições — Olha, olha, um existencialista”Parada da Paródia, n.º 51, 26 outubro 1961. 1 ct. a preto.
Vendedeiras de LisboaParada da Paródia, n.º 51, 26 outubro 1961. 5 ct. a 2 cores.
“— Ó papá! Isto é que é o Tutubola que falava na «Parada da Paródia»?”Parada da Paródia, n.º 51, 26 outubro 1961. 1 ct. a preto.
“Lisboa Moderna — é a única maneira de se poder andar agora na Baixa…”Parada da Paródia, n.º 51, 26 outubro 1961. 1 ct. a preto.
Lisboa cidade bem boaParada da Paródia, n.º 51, 26 outubro 1961. 1 ct. a preto.
“— Ai que bom! Disseram-me que eu ia passar a ser considerada de utilidade turística!”Parada da Paródia, n.º 51, 26 outubro 1961. 1 ct. a 2 cores.
“— Oh, yes, estar a ver que Lisboa ser capital muito desenvolvida!…”Parada da Paródia, n.º 51, 26 outubro 1961. 1 ct. a preto.
“— Não, não! Só aceitamos máquinas de escrever, desde que venham acompanhadas da respectiva secretária…”Parada da Paródia, n.º 52, 2 novembro 1961. 1 ct. a preto.
“— mamã! Olha quanto me deram pela mana!?…”Parada da Paródia, n.º 52, 2 novembro 1961. 1 ct. a preto.
“— O que é que teria ido empenhar, para vir tão contente?”Parada da Paródia, n.º 52, 2 novembro 1961. 1 ct. a preto.
“— Fazem anos?!! Nunca deviam era ter nascido!!!”Parada da Paródia, n.º 53, 9 novembro 1961. 1 ct. a preto.
“— A propósito! Sabias que a «parada da Paródia» fazia anos?…”Parada da Paródia, n.º 53, 9 novembro 1961. 1 ct. a preto.
“— Anda sempre curvada sob o peso das responsabilidades…”Parada da Paródia, n.º 53, 9 novembro 1961. 1 ct. a preto.
Projecto do monumento à «Parada da Paródia»Parada da Paródia, n.º 53, 9 novembro 1961. 1 ct. a preto.
“Um que caiu… — Mas, filho, não é preciso fazer essa cara! Afinal, foi só uma quedaria!… – Pois sim, mas podia ter batido noutro lado!”Parada da Paródia, n.º 53, 9 novembro 1961. 1 ct. a preto.
Fados que a gente cantaParada da Paródia, n.º 54, 16 novembro 1961. 6 ct. a preto.
O Fado na Alfândega “– É uma das nossas principais exportações!…”. Parada da Paródia, n.º 54, 16 novembro 1961. 1 ct. a preto.
“– Isto sim! Isto é que é faduncho!!!”. Parada da Paródia, n.º 54, 16 novembro 1961. 1 ct. a preto.
“– Não se atrapalhem! Tem mau aspecto, mas é a casa de fados mais típica que eu conheço!”. Parada da Paródia, n.º 54, 16 novembro 1961. 1 ct. a preto.
“– Este electricista tem tanto medo dos choques, que anda sempre com pára-choques…”. Parada da Paródia, n.º 55, 23 novembro 1961. 1 ct. a preto.
“– Pedi-lhe para ela dar à luz, mas com certeza não percebeu que era só ligar o interruptor!…”. Parada da Paródia, n.º 55, 23 novembro 1961. 1 ct. a preto.
O filho do electricista “— Quem sai aos seus…”. Parada da Paródia, n.º 55, 23 novembro 1961. 1 ct. a preto.
“– Estás a ver? estas bruxas «bossa nova» deram agora em vestir à flauzina!”. Parada da Paródia, n.º 56, 30 novembro 1961. 1 ct. a preto.
“– Está uma peneirenta, desde que conseguiu adivinhar todos os resultados do totobola!”. Parada da Paródia, n.º 56, 30 novembro 1961. 1 ct. a preto.
“– Eu disse-lhe para olhar para a bola de cristal!!”. Parada da Paródia, n.º 56, 30 novembro 1961. 1 ct. a preto.
“– Já viu os meus periquitos?!…”. Parada da Paródia, n.º 56, 30 novembro 1961. 1 ct. a preto.
Os «automóveis» das bruxas “– Sempre sonhei ter um automóvel assim… — Espera aí, que eu vou ali ao stand comprar um carro novo!”. Parada da Paródia, n.º 56, 30 novembro 1961. 1 il. a preto, 1 ct. a 2 cores.
“– Então, já viste a nova vizinha do andar de baixo?…”. Parada da Paródia, n.º 57, 7 dezembro 1961. 1 ct. a preto.
Páginas profissionais – Porteiras & Porteiros. 
“A porteira – E, agora, que tenho automóvel, os srs. têm de pagar mais 50 escudinhos por mês…”. Parada da Paródia, n.º 57, 7 dezembro 1961. 1 ct. a 2 cores.
As boas porteiras “– Mas porque será que o senhor se esquece sempre da chave quando entra em casa a estas horas?”. Parada da Paródia, n.º 57, 7 dezembro 1961. 1 ct. a preto.
As boas porteiras “– Desde que a contratei para porteira, até já consegui alugar o barracão pelo dobro do preço!…”. Parada da Paródia, n.º 57, 7 dezembro 1961. 1 ct. a preto.
“– Mas porque será que o porteiro me obriga sempre a subir pela escada de serviço?…”. Parada da Paródia, n.º 57, 7 dezembro 1961. 1 ct. a preto.
Uma porteira antiga “– Quero lá saber que seja o carteiro!Com essas cartas todas, tem de ir pela porta de serviço!”. Parada da Paródia, n.º 57, 7 dezembro 1961. 1 ct. a preto.
Uma porteira moderna “– Estes inquilinos mal vestidos são a minha vergonha!”. Parada da Paródia, n.º 57, 7 dezembro 1961. 1 ct. a preto.
“– Desde que meu marido vai pôr o caixote lá abaixo, passámos a poupar os 20 escudos da porteira…”. Parada da Paródia, n.º 57, 7 dezembro 1961. 1 ct. a preto.
1962
“– Mas que coisa! desde que uso estes sapatos com lacinhos, todos os homens olham para mim!”. Parada da Paródia, n.º 68, 22 fevereiro 1962. 1 ct. a preto.
“– Tens de arranjar outra maneira de equilibrar a nossa diferença de alturas…”. Parada da Paródia, n.º 68, 22 fevereiro 1962. 1 ct. a preto.
“– Fica com uns sapatinhos até ao fim da vida!”. Parada da Paródia, n.º 68, 22 fevereiro 1962. 1 ct. a preto.
“– Mas quem me manda a mim ter a mania de usar sempre sapatos do último modelo?!”. Parada da Paródia, n.º 68, 22 fevereiro 1962. 1 ct. a preto.
“Suspeita…”. Parada da Paródia, n.º 69, 1 março 1962. 1 ct. a preto.
“– É o que te digo! As raparigas de hoje são um horror! vestem-se de uma maneira… que até parecem homens!”. Parada da Paródia, n.º 69, 1 março 1962. 1 ct. a preto.
“– Não se aborreça por causa da minha mana não o ter deixado beijá-la! Ela, ao princípio, é sempre assim…”. Parada da Paródia, n.º 69, 1 março 1962. 1 ct. a preto.
“– Não consigo tirar a rolha!”. Parada da Paródia, n.º 69, 1 março 1962. 1 ct. a preto.
“– Deve ter havido alguma baixa na Bolsa! Na primeira fila faltam dezanove banqueiros habituais!”. Parada da Paródia, n.º 69, 1 março 1962. 1 ct. a preto.
“– Não percebo porquê, mas depois que casei contigo, a minha conta no banco desceu imenso!”. Parada da Paródia, n.º 69, 1 março 1962. 1 ct. a preto.
“– Com que então, você toca todas as músicas com a sua flauta? Ah, ah!…”. Parada da Paródia, n.º 70, 8 março 1962. 1 ct. a preto.
Páginas Musicais: “– Eu já sabia que havia músicas que embriagavam, mas assim tanto, nunca imaginei!…”; “– Você não sabe tocar em mais nada?…”; “– Mas quando será que tu ganhas para comprar um violino?!…”; “– Ó sr. professor, e o tal Beethoven nunca compôs nenhum rock?…”. Parada da Paródia, n.º 70, 8 março 1962. 4 ct. a preto.
“– Achas que este concerto mete twist?…”. Parada da Paródia, n.º 70, 8 março 1962. 1 ct. a preto.
“– Então adeus, mamã! E para a outra vez, eu e o João teremos muito gosto em tê-la cá um mês, em vez de 2 dias!…”. Parada da Paródia, n.º 71, 15 março 1962. 1 ct. a preto.
“– Grande coisa, os supermercados!”. Parada da Paródia, n.º 71, 15 março 1962. 1 ct. a preto.
Ópera Para Todos — O Barbeiro de Sevilha. Parada da Paródia, n.º 71, 15 março 1962. 1 bd a preto.
Ópera Para Todos — A Tosca. Parada da Paródia, n.º 72, 22 março 1962. 1 bd a preto.
Tipos que a gente vê — A Flausina. Parada da Paródia, n.º 73, 29 março 1962. 6 ct. a preto.
O que faria você com 100 palhaços?. Parada da Paródia, n.º 73, 29 março 1962. 1 il. a 3 cores.
Ópera Para Todos — Os Palhaços. Parada da Paródia, n.º 74, 5 abril 1962. 1 bd a preto.
Tipos que a Gente Vê — O Conquistador. Parada da Paródia, n.º 74, 5 abril 1962. 6 ct. a preto.
“— Que gente tão estúpida! Parece que nunca viram ninguém tomar banho!…”. Parada da Paródia, n.º 74, 5 abril 1962. 1 ct. a preto.
“— Ouça lá, ó gondoleiro, você por acaso sabe cantar o «Tutti-Fruti», do Elvis Presley?…”. Parada da Paródia, n.º 75, 12 abril 1962. 6 ct. a preto.
Ópera Para Todos — Romeu e Julieta. Parada da Paródia, n.º 75, 12 abril 1962. 1 bd a preto.
Ficheiro dos Desenhadores — Zé Manel. Parada da Paródia, n.º 76, 19 abril 1962. 1 ct. a preto.
“— Ó senhor Sousa, olhe que se enganou! O pequeno almoço está ali!!…”. Parada da Paródia, n.º 76, 19 abril 1962. 1 ct. a preto.
“— Foge, filha! Vem aí um leão…”. Parada da Paródia, n.º 77, 26 abril 1962. 1 ct. a preto.
Ópera Para Todos — À… ida. Parada da Paródia, n.º 77, 26 abril 1962. 1 bd a preto.
Manifestações populares retratadas pelos nossos desenhadores. Parada da Paródia, n.º 77, 26 abril 1962. 1 ct. a preto.
“— É a única maneira de saber qual deles hei-de namorar…”. Parada da Paródia, n.º 77, 26 abril 1962. 1 ct. a preto.
“— Então vovô, agora já sabe o que é um teddy-boy??”. Parada da Paródia, n.º 77, 26 abril 1962. 1 ct. a preto.
“— Não sou turista, não! Ando assim vestido, que é para entrar sem gravata nas «boites»…”. Parada da Paródia, n.º 78, 3 maio 1962. 1 ct. a preto.
Um rapaz romântico “— Sim, é um vaso de noite! Mas achei-o tão romântico, assim com esta florzinha azul!”. Parada da Paródia, n.º 78, 3 maio 1962. 1 ct. a preto.
“— O que é que ele faz? Não faz nada, papá – mas se visses como dança o twist!!!”. Parada da Paródia, n.º 78, 3 maio 1962. 1 ct. a preto.
“— Bem está combinado! Não se torna a falar naquela conta que você vinha cobrar!”. Parada da Paródia, n.º 79, 10 maio 1962. 1 ct. a preto.
“— É tudo cartas de pessoas amigas, que estranham a gente nunca mais ter aparecido, depois do nosso casamento!…”. Parada da Paródia, n.º 79, 10 maio 1962. 1 ct. a preto.
“— Já lhe disse que não pode entrar mascarado!!”. Parada da Paródia, n.º 79, 10 maio 1962. 1 ct. a preto.
“— Por mais ginástica que eu faça, tenho a impressão de que nunca consigo ficar como a menina!”. Parada da Paródia, n.º 80, 17 maio 1962. 1 ct. a preto.
Ópera Para Todos — A Sonâmbula. Parada da Paródia, n.º 80, 17 maio 1962. 1 bd. a preto.
“— Já sabem? Estou finalmente noiva do Luís!!. Parada da Paródia, n.º 80, 17 maio 1962. 1 ct. a preto.
“— Deve ser por ter nascido na Páscoa…”. Parada da Paródia, n.º 80, 17 maio 1962. 1 ct. a preto.

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REVISTAS INFANTO-JUVENIS /  Fungagá da Bicharada
1977
Uma enguia faz salsifré!, por Maria João Duarte. Fungagá da Bicharada, n.º 15, 8 fevereiro. 1 il. 4 cores.
Fungagá da carnavaladaFungagá da Bicharada, n.º 16, 15 fevereiro. Capa 1 il. 4 cores.

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REVISTAS INFANTO-JUVENIS / Mini Época
1971
[Natal]Mini Época, n.º 1, 24 dezembro 1971. 1 il. 2 cores.
A Ritinha, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 1, 24 dezembro 1971. 2 il. 2 cores.

Zé Manel 1 - 24 dez 1971
1972
E os animais nunca mais falaram, por Joaquim Carvalho. Mini Época, n.º 9, 7 abril 1972. 3 il. a preto.
Os dois tostões, por Maria Armanda Reis. Mini Época, n.º 11, 21 abril 1972. 2 il. 2 cores.
Os concursosMini Época, n.º 12, 28 abril 1972. 1 il. 2 cores.
Os dois tostões, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 12, 28 abril 1972. 1 il. 2 cores.
As flores sem perfume e a lição do rouxinol, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 17, 2 junho 1972. 2 il. a 2 cores.
Há festa na floresta, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 19, 16 junho 1972. 1 il a 3 cores, 2 il. a 2 cores.
A chave do céu, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 20, 23 junho 1972. 1 il a 3 cores, 2 il. a 2 cores.
A grande aventura do gato Pipa, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 21, 30 julho 1972. 1 il a 3 cores, 2 il. a 2 cores.

Zé Manel 21 30 jun 1972

A cadeirinhaMini Época, n.º 22, 8 julho 1972. 1 il a preto.
As duas velhas muito velhas, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 22, 8 julho 1972. 1 il a preto.
D. Fuas Roupinho e o milagre da Nazaré, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 23, 15 julho 1972. 1 il a 3 cores.
O Tio Realejo, por Maria Armanda Reis. Mini Época, n.º 23, 15 julho 1972. 1 il a 2 cores.
O Pato Patudo, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 24, 22 julho 1972. 1 il a preto.
O Loiro e o Lindinho, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 25, 29 julho 1972. 1 il a 3 cores, 2 il. a preto.
Os ratos ladinos, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 27, 12 agosto 1972. 1 il a 3 cores, 1 il. a 2 cores, 1 il. a preto.
Maldade Castigada, maldade perdoada, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 28, 19 agosto 1972. 1 il a 3 cores, 1 il. a preto.
Tens 5 amigos?Mini Época, n.º 28, 19 agosto 1972. 1 il a preto. (Repete em vários números seguintes).
O último da colecção, por Maria Armanda Reis. Mini Época, n.º 29, 26 agosto 1972. 1 il a 3 cores, 1 il. a preto.
A Menina Centopeia, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 30, 2 setembro 1972. 1 il a 3 cores, 2 il. a preto.
Mestre mocho cura um coxo, por Maria de Santo António. Mini Época, n.º 31, 9 setembro 1972. 1 il. a preto.
Os fios encantados que as andorinhas teceram, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 32, 16 setembro 1972. 1 il a 3 cores, 2 il. a preto.
João XXI um papa português, por Olga Alves. Mini Época, n.º 33, 23 setembro 1972. 1 il a 3 cores, 1 il. a preto.
O conto das calças velhas, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 33, 23 setembro 1972. 1 il a 3 cores, 1 il. a preto.
O primeiro dia de escolaMini Época, n.º 34, 30 setembro 1972. 1 il a preto.
A vela do moinho e a saia de balão, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 35, 7 outubro 1972. 1 il a 3 cores, 2 il. a preto.
O Coca Bichinhos, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 36, 14 outubro 1972. 1 il a 3 cores, 2 il. a preto.
A vindimaMini Época, n.º 37, 21 outubro 1972. 1 il a preto.
O patinho desobediente, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 38, 28 outubro 1972. 1 il a 3 cores, 2 il. a preto.
A vela do moinho e a saia de balão, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 40, 11 novembro 1972. 1 il a 3 cores, 2 il. a preto.
Histórias do Zé Cuco, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 41, 18 novembro 1972. 1 il a 3 cores, 2 il. a preto.
Comboios antigos e modernos, por Lúcia Martinho. Mini Época, n.º 42, 25 novembro 1972. 1 il a 3 cores, 2 il. a preto.
O grilo vaidoso, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 43, 9 dezembro 1972. 1 il a 3 cores, 1 il. a preto.
Fazer caridade para glória de Deus. Mini Época, n.º 44, 16 dezembro 1972. 1 il a 3 cores, 1 il. a preto.
[capa]. Mini Época, n.º 45, 23 dezembro 1972. 1 il a 4 cores.
Na noite da Consoada, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 45, 23 dezembro 1972. 1 il a 4 cores.
A primeira noite de Natal, por Olga Gonçalves. Mini Época, n.º 45, 23 dezembro 1972. 1 il a 4 cores, 1 il. a 2 cores.
Ano Velho, Ano Novo, por Lúcia Martinho. Mini Época, n.º 46, 30 dezembro 1972. 1 il a 3 cores, 1 il. a preto.
1973
O pardal atrevido, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 47, 6 janeiro 1973. 1 il a 3 cores, 2 il. a preto.
O pé coxinho, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 47, 6 janeiro 1973. 1 il a 3 cores, 1 il. a 2 cores, 1 il. a preto.
A bruxa da caverna, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 49, 20 janeiro 1973. 1 il a 3 cores, 2 il. a preto.
O alfageme de Santarém, por Lúcia Martinho. Mini Época, n.º 50, 27 janeiro 1973. 1 il a 3 cores, 2 il. a preto.
D. Dindinha e o seu loiro, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 52, 3 março 1973. 1 il. a 3 cores, 2 il. a preto.
A princesa que não sabia rir, adapt. por Ana Maria Pereira da Silva. Mini Época, n.º 53, 17 fevereiro 1973. 1 il. a preto.
O Janota, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 54, 24 fevereiro 1973. 1 il. a 3 cores, 2 il. a preto.
Honesto e valente, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 55, 3 março 1973. 1 il. a 3 cores, 2 il. a preto.
O Soldadinho de Chumbo, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 56, 10 março 1973. 1 il. a 3 cores.
A chegada do correioMini Época, n.º 56, 10 março 1973. 1 il. a preto.
O pintassilgo e o pisco, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 56, 10 março 1973. 1 il. a preto.
S. JoséMini Época, n.º 57, 17 março 1973. 1 il. a 3 cores, 1 il. a preto.
Quem avisos não escuta…, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 58, 24 março 1973. 1 il. a 3 cores, 2 il. a preto.
Queres que eu conte? – Porque é o leão considerado o rei dos animais / Para que serve o pescoço comprido às girafasMini Época, n.º 58, 24 março 1973. 2 il. a preto.
O pescador e o peixe azul, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 59, 31 março 1973. 1 il. a preto.
O príncipe encantado, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 60, 7 abril 1973. 1 il. a preto.
Nem tudo é festa, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 61, 14 abril 1973. 1 il. a 3 cores, 1 il. a preto.
Os presentes do Domingo de Páscoa, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 62, 21 abril 1973. 1 il. a 3 cores, 2 il. a preto.
Quando Jesus passa em glória, por Padre Moreira das Neves. Mini Época, n.º 62, 21 abril 1973. 1 il. a 3 cores, 1 il. a 2 cores.
Biberich, o Mata-Sete, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 63, 28 abril 1973. 1 il. a 3 cores, 1 il. a preto.
Prelúdios de festa, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 64, 5 maio 1973. 1 il. a 3 cores, 2 il. a preto.
Queres que eu conte? – A história do tocador do Hamelin é verdadeira?Mini Época, n.º 64, 5 maio 1973. 1 il. a preto.
Oração à Virgem de Sagres, por Silva Tavares. Mini Época, n.º 65, 12 maio 1973. 1 il. a preto.
Flores da Primavera, por Mário Jorge de Sousa. Mini Época, n.º 66, 19 maio 1973. 1 il. a preto.
Santo António de Lisboa, por Lúcia Martinho. Mini Época, n.º 67, 26 maio 1973. 1 il a 3 cores, 1 il. a preto.
Queres que eu conte? Quem foi o primeiro feiticeiro?Mini Época, n.º 68, 2 junho 1973. 1 il a 3 cores, 1 il. a preto.
A festa de anos de D. RãMini Época, n.º 69, 9 junho 1973. 1 il a 3 cores, 1 il. a preto.
O milagre de Santo AntónioMini Época, n.º 70, 16 junho 1973. 1 il a 3 cores, 1 il. a preto.
O maestro melroMini Época, n.º 71, 23 junho 1973. 1 il a 3 cores, 2 il. a preto.
Os três santos de Junho, por António Corrêa D’Oliveira. Mini Época, n.º 72, 30 junho 1973. 1 il. a preto.
Queres que eu conte – Como apareceu o aquecimento nas casas?Mini Época, n.º 72, 30 junho 1973. 1 il. a preto.
Numa porta se põe o ramo e noutra se vende o vinho, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 73, 7 julho 1973. 1 il a 3 cores, 2 il. a preto.
A esperteza da Pintadinha, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 74, 14 julho 1973. 1 il. a 3 cores, 2 il. a preto.
Conta-me uma história – a recompensa da ratinha Zizi, por Isabel Maria Camões Rolo. Mini Época, n.º 75, 21 julho 1973. 1 il. a preto.
A raposinha matreira, por Maria Amália Vale. Mini Época, n.º 76, 21 julho 1973. 1 il. a 3 cores, 2 il. a preto.
A esperteza da Pintadinha, por Teixeira de Pascoais. Mini Época, n.º 77, 4 agosto 1973. 1 il. a preto.

REVISTAS INFANTO-JUVENIS / Pisca-Pisca
1969
Jodo Kumani, por Maria Isabel de Mendonça Soares. Pisca-Pisca, n.º 13, março. 3 il. a 4 cores.
História de Nyoka, por João Augusto Silva. Pisca-Pisca, n.º 14, abril. 3 il. 4 cores, 1 il. a 2 cores.
Vêm aí as férias!Pisca-Pisca, n.º 16, junho. Capa 1 il. a 4 cores.
O macaco e a raposaPisca-Pisca, n.º 16, junho. 1 il. a 4 cores.
Quem vigia..Pisca-Pisca, n.º 16, junho. 3 il. a 2 cores.
As manhas do Tio Elias, por Maria Amália Vale. Pisca-Pisca, n.º 18, agosto. 3 il. a 4 cores.
A águia e a raposaPisca-Pisca, n.º 18, agosto. 1 il. a4 cores.
1970
O quarto rei Mago, adapt. Maria de Melo. Pisca-Pisca, n.º 23, janeiro. 5 il. a 2 cores.
O brasão dos Cabrais, por ASM. Pisca-Pisca, n.º 23, janeiro. 2 il. a 4 cores.
A criança e a serpentePisca-Pisca, n.º 24, fevereiro. 1 il. 4 cores.
Brinquedo, por Miguel Torga. Pisca-Pisca, n.º 24, fevereiro. 1 il. a 4 cores.

REVISTAS / Jornal do Exército
1967
Bom humor na tropaJornal do Exército, n.º n.º 107, novembro 1968. 3 ct. a preto.
1968
Homens sem nome, por Forte Faria. Jornal do Exército, n.º 104, agosto 1968. 1 il. a preto.
Supermercado militarJornal do Exército, n.º 104, agosto 1968. 2 il. a preto.
Quando a morte não mete medoJornal do Exército, n.º 104, agosto 1968. 1 il. a preto.
CapaJornal do Exército, n.º n.º 105, setembro 1968. 1 il. a 4 cores.
Superstições, in Notícias de Lourenço MarquesJornal do Exército, n.º n.º 105, setembro 1968. 1 il. a 2 cores, 2 il. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º n.º 106, outubro 1968. 1 ct. a preto.
Jura, por Pimentel Bastos. Jornal do Exército, n.º 106, outubro 1968. 1 il. a 2 cores.
AnedotaJornal do Exército, n.º n.º 107, novembro 1968. 1 ct. a preto.
Uma estranha doença, por João Ilhéu. Jornal do Exército, n.º 107, novembro 1968. 1 il. a preto.
Bom humor na tropaJornal do Exército, n.º n.º 107, novembro 1968. 1 il. a preto.
CapaJornal do Exército, n.º n.º 108, dezembro 1968. 1 il. a 4 cores.
Noite maior, por R. Ferreira. Jornal do Exército, n.º n.º 108, dezembro 1968. 1 il. a 2 cores.
Bom humor na tropa e… Feliz NatalJornal do Exército, n.º n.º 108, dezembro 1968. 1 ct. a 2 cores.
AnedotaJornal do Exército, n.º n.º 108, dezembro 1968. 1 ct. a preto.

1969
AnedotaJornal do Exército, n.º 109, janeiro 1969. 1 ct. a preto.
Um sorriso…, por Manuel Barão da Cunha. Jornal do Exército, n.º 109, janeiro 1969. 1 il. a 2 cores.
AnedotaJornal do Exército, n.º 110, fevereiro 1969. 1 ct. a preto.
Inspecção militarJornal do Exército, n.º 110, fevereiro 1969. 1 il. a preto.
O meu amigo jipão, por O Repórter do Quico. Jornal do Exército, n.º 110, fevereiro. 1 il. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 111, março 1969. 1 ct. a preto.

Zé Manel anedota mar 1969

O Pacaças, por Nuno Lopes Pires. Jornal do Exército, n.º 111, março 1969. 1 il. a preto.
Heróis desconhecidos, por Barão da Cunha. Jornal do Exército, n.º 111, março 1969. 1 il. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 112, abril 1969. 1 ct. a preto.
Irmão aviadorJornal do Exército, n.º 112, abril. 1 il. a preto.
Lisboa e Luanda – 8 anos de guerra, por Emanuel Dragão. Jornal do Exército, 112, abril. 1 il. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 113, maio 1969. 1 ct. a preto.
Afinal o árbitro tinha razão, por A. Bâgorra. Jornal do Exército, n.º 113, maio 1969. 1 il. a preto.
Solidariedade em combate, por Afonso de Jesus Trigo. Jornal do Exército, n.º 113, maio 1969. 1 il. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 114, junho 1969. 1 ct. a preto.
Heróis desconhecidos – porquê lutar?, por Manuel Barão da Cunha. Jornal do Exército, n.º 114, junho 1969. 1 il. a preto.
O menino pateta, por Armor Pires Mota. Jornal do Exército, n.º 114, junho 1969. 1 il. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 115, julho 1969. 1 ct. a preto.
Caminho para a luz, por Agostinho Nogueira. Jornal do Exército, n.º 115, julho 1969. 1 il. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 116, agosto 1969. 1 ct. a 2 cores.
Heróis desconhecidos – mãos rudes, por Manuel Barão da Cunha. Jornal do Exército, n.º 116, agosto 1969. 1 il. a preto.
Dia da Infantaria, adapt. capitão J. Maria Galhardo. Jornal do Exército, n.º 116, agosto 1969. 1 il. a preto.
Bom humor em Moçambique – A sentinela «checa»Jornal do Exército, n.º 116, agosto 1969. 2 il. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 117, setembro 1969. 1 ct. a preto.
Humor em MoçambiqueJornal do Exército, n.º 117, setembro 1969. 3 il. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 118, outubro 1969. 1 ct. a preto.
O cabo de diaJornal do Exército, n.º 118, outubro 1969. 1 il. a preto.
Regresso, por Manuel Barão da Cunha. Jornal do Exército, n.º 118, outubro 1969. 1 il. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 119, novembro 1969. 1 ct. a preto.
O velho caboco, por cor. art. A. Bâgorra. Jornal do Exército, n.º 119, novembro 1969. 1 il. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 120, dezembro 1969. 1 ct. a preto.
O Natal, por Manuel Barão da Cunha. Jornal do Exército, n.º 120, dezembro 1969. 1 il. a preto.
Carta, por Avó Celeste. Jornal do Exército, n.º 120, dezembro 1969. 1 il. a preto.
1970
CapaJornal do Exército, n.º 121, janeiro 1970. 1 il. a preto.
Ieró ou o régulo sem regulado, por F. Barão da Cunha. Jornal do Exército, n.º 121, janeiro 1970. 1 il. a preto.
Inesquecível G-3, por Fle Oliff. Jornal do Exército, n.º 121, janeiro 1970. 1 il. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 121, janeiro 1970. 1 ct. a preto.
Segurança, por Manuel Barão da Cunha. Jornal do Exército, n.º 122, fevereiro 1970. 1 il. a 2 cores.
AnedotaJornal do Exército, n.º 122, fevereiro 1970. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 123, março 1970. 1 ct. a preto.
Jauiá e Sabari, in BaluarteJornal do Exército, n.º 123, março 1970. 1 il. a 2 cores.
O menino, por Mário Mota. Jornal do Exército, n.º 123, março 1970. 1 il. a 2 cores.
AnedotaJornal do Exército, n.º 124, abril 1970. 1 ct. a preto.
Retalhos do diário de um soldado, por Carlos M. Dias. Jornal do Exército, n.º 124, abril 1970. 1 il. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 125, maio 1970. 1 ct. a preto.
O casamento, in A GazetaJornal do Exército, n.º 125, maio 1970. 1 il. a preto.
«E aqueles que por obras valorosas»…, por Dorbalino dos Santos Martins. Jornal do Exército, n.º 125, maio 1970. 1 il. a preto.
O guia e o intérprete, A. B. S., in Os Dragões de JabadáJornal do Exército, n.º 125, maio 1970. 1 il. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 126, junho 1970. 1 ct. a preto.
Recuperação, por Manuel Barão da Cunha. Jornal do Exército, n.º 126, junho 1970. 1 il. a 2 cores.
Missão cumprida, in Os MosqueteirosJornal do Exército, n.º 126, junho 1970. 1 il. a 2 cores.
Ao serviço da população, por António Lopes Vaz. Jornal do Exército, n.º 126, junho 1970. 1 il. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 127, julho 1970. 1 ct. a preto.
Velha bandeirinha, por A. Brandão. Jornal do Exército, n.º 127, julho 1970. 1 il. a preto.
Estranhos, por Jorge Marques Loureiro. Jornal do Exército, n.º 127, julho 1970. 1 il. a 2 cores.
Caminhando através do mato, por Elísio D’Azevedo. Jornal do Exército, n.º 127, julho 1970. 1 il. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 128, agosto 1970. 1 ct. a preto.
!… E havia céu na clareira, por Simões Santos. Jornal do Exército, n.º 128, agosto 1970. 1 il. a 2 cores.
Ronda à música angolana, por Paulo Adão de Campos. Jornal do Exército, n.º 128, agosto 1970. 1 il. a 2 cores.
Bandido estrangeiro quer roubar Moçambique, por Domingos Oliveira. Jornal do Exército, n.º 128, agosto 1970. 1 il. a 2 cores.
AnedotaJornal do Exército, n.º 129, setembro 1970. 1 ct. a preto.
A lei da vida, por Luís Fernando ribeiro Martins. Jornal do Exército, n.º 129, setembro 1970. 1 il. a 2 cores.
AnedotaJornal do Exército, n.º 130, outubro 1970. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 131, novembro 1970. 1 ct. a preto.

Zé Manel anedota nov 1970
O outro lado, por F. Barão da Cunha. Jornal do Exército, n.º 131, novembro 1970. 1 il. a 2 cores.
Em terras da Guiné, por Dorbalino dos Santos Martins. Jornal do Exército, n.º 131, novembro 1970. 1 il. a 2 cores.
AnedotaJornal do Exército, n.º 132, dezembro 1970. 1 ct. a preto.
O avião, por José Afonso Monteiro. Jornal do Exército, n.º 132, dezembro 1970. 1 il. a 2 cores.
1971
AnedotaJornal do Exército, n.º 133, janeiro 1971. 1 ct. a preto.
Tu e eu, por Carlos Alberto Coelho. Jornal do Exército, n.º 133, janeiro 1971. 1 il. a 2 cores.
AnedotaJornal do Exército, n.º 134, fevereiro 1971. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 135, março 1971. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 136, abril 1971. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 137, maio 1971. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 138, junho 1971. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 139, julho 1971. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 140, agosto 1971. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 141, setembro 1971. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 142, outubro 1971. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 143, novembro 1971. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 144, dezembro 1971. 1 ct. a preto.

1972
AnedotaJornal do Exército, n.º 145, janeiro 1972. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 146, fevereiro 1972. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 147, março 1972. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 148, abril 1972. 1 ct. a preto.
A bicicleta: ontem e hoje, por Alfredo Pereira Bastos. Jornal do Exército, n.º 148, abril 1972. 1 il. a 2 cores.
AnedotaJornal do Exército, n.º 149, maio 1972. 1 ct. a 4 cores.
A inspecção, por Gonçalves Dias. Jornal do Exército, n.º 149, maio 1972. 1 il. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 150, junho 1972. 1 ct. a 2 cores.
AnedotaJornal do Exército, n.º 151, julho 1972. 1 ct. a preto.
Diz-me como andas… Dir-te-ei quem és…Jornal do Exército, n.º 151, julho 1972. 1 il. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 152, agosto 1972. 1 ct. a preto.
Diz-me com quem andas… Dir-te-ei o que não deves fazer…Jornal do Exército, n.º 152, agosto 1972. 6 il. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 153, setembro 1972. 1 ct. a preto.
Diz-me como andas… Dir-te-ei como ficarias se…Jornal do Exército, n.º 153, setembro 1972. 7 il. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 154, outubro 1972. 1 ct. a preto.
Diz-me as mudanças que querias… Dir-te-ei quem és…Jornal do Exército, n.º 154, agosto 1972. 1 il. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 155, novembro 1972. 1 ct. a preto.
Operação Lagarta, por Cor. Gonçalves Dias. Jornal do Exército, n.º 155, novembro 1972. 2 il. a 2 cores.
Atavio militar…, por Nuno Valdez dos Santos. Jornal do Exército, n.º 155, novembro 1972. 1 il. a preto.
Diz-me quantos «topas» dir-te-ei quem és…Jornal do Exército, n.º 155, novembro 1972. 1 il. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 156, dezembro 1972. 1 ct. a preto.
Sol na minha vida, por Avó Celeste. Jornal do Exército, n.º 156, dezembro 1972. 1 il. a preto.

1973
…Verdadeiramente gesto de soldado…  (Conde de Lippe), por 51364111. Jornal do Exército, n.º 157, janeiro 1973. 1 il. a 2 cores.
AnedotaJornal do Exército, n.º 157, janeiro 1973. 1 ct. a preto.
Verdadeiramente gesto de soldado (Conde de Lippe), por 51364111. Jornal do Exército, n.º 158, fevereiro 1973. 1 il. a 2 cores.
AnedotaJornal do Exército, n.º 158, fevereiro 1973. 1 ct. a 1 cor.
Verdadeiramente gesto de soldado (Conde de Lippe), por 51364111. Jornal do Exército, n.º 159, março 1973. 2 il. a 2 cores.
AnedotaJornal do Exército, n.º 159, março 1973. 1 ct. a 1 cor.
Não há regra sem excepção…Jornal do Exército, n.º 159, março 1973. 9 il. a 1 cor.
Verdadeiramente gesto de soldado (Conde de Lippe), por 51364111. Jornal do Exército, n.º 160, abril 1973. 1 il. a 2 cores.
AnedotaJornal do Exército, n.º 160, abril 1973. 1 ct. a 1 cor.
Verdadeiramente gesto de soldado (Conde de Lippe), por 51364111. Jornal do Exército, n.º 161, maio 1973. 1 il. a 2 cores.
AnedotaJornal do Exército, n.º 161, maio 1973. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 162, junho 1973. 1 ct. a 2 cores.
AnedotaJornal do Exército, n.º 163, julho 1973. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 164, agosto 1973. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 165, setembro 1973. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 166, outubro 1973. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 167, novembro 1973. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 168, dezembro 1973. 1 ct. a preto.
1974
AnedotaJornal do Exército, n.º 169, janeiro 1974. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 170, fevereiro 1974. 1 ct. a preto.
[Anedota]Jornal do Exército, n.º 171-172, março-abril 1974. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 173-174, maio-junho 1974. 1 ct. a preto.

Zé Manel anedota maio-junho 1974

AnedotaJornal do Exército, n.º 175, julho 1974. 1 ct. a preto.
CapaJornal do Exército, n.º 176, agosto 1974. 1 il. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 176, agosto 1974. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 177, setembro 1974. 1 ct. a preto.
[Sem título]Jornal do Exército, n.º 177, setembro 1974. 1 il. a preto.
CapaJornal do Exército, n.º 178-179, outubro-novembro 1974. 1 il. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 178-179, outubro-novembro 1974. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 180, dezembro 1974. 1 ct. a preto.

1975
AnedotaJornal do Exército, n.º 181, janeiro 1976. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 182, fevereiro 1976. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 183, março 1976. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 184, abril 1976. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 185, maio 1976. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 186, junho 1976. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 187, julho 1976. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 188, agosto 1976. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 189, setembro 1976. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 190, outubro 1976. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 191, novembro 1976. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 192, dezembro 1976. 1 ct. a preto.

1976
AnedotaJornal do Exército, n.º 193, janeiro 1976. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 194, fevereiro 1976. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 195, março 1976. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 196, abril 1976. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 197, maio 1976. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 198, junho 1976. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 199, julho 1976. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 200, agosto 1976. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 201, setembro 1976. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 202, outubro 1976. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 203, novembro 1976. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 204, dezembro 1976. 1 ct. a preto.

1977
AnedotaJornal do Exército, n.º 205, janeiro 1977. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 206, fevereiro 1977. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 207, março 1977. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 208, abril 1977. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 209, maio 1977. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 210, junho 1977. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 211, julho 1977. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 212, agosto 1977. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 213, setembro 1977. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 214, outubro 1977. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 215, novembro 1977. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 216, dezembro 1977. 1 ct. a preto.

1978
AnedotaJornal do Exército, n.º 217, janeiro 1978. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 218, fevereiro 1978. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 219, março 1978. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 220, abril 1978. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 221, maio 1978. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 222, junho 1978. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 223, julho 1978. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 224, agosto 1978. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 225, setembro 1978. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 226, outubro 1978. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 227, novembro 1978. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 228, dezembro 1978. 1 ct. a preto.

1979
AnedotaJornal do Exército, n.º 229, janeiro 1979. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 230, fevereiro 1979. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 231, março 1979. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 232, abril 1979. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 233, maio 1979. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 234, junho 1979. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 235, julho 1979. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 236, agosto 1979. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 237, setembro 1979. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 238, outubro 1979. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 239, novembro 1979. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 240, dezembro 1979. 1 ct. a preto.

1980
AnedotaJornal do Exército, n.º 241, janeiro 1980. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 242, fevereiro 1980. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 243, março 1980. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 244, abril 1980. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 245, maio 1980. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 246, junho 1980. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 247, julho 1980. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 248, agosto 1980. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 249, setembro 1980. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 250, outubro 1980. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 251, novembro 1980. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 252, dezembro 1980. 1 ct. a preto.

1981
AnedotaJornal do Exército, n.º 253, janeiro 1981. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 254, fevereiro 1981. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 255, março 1981. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 256, abril 1981. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 257, maio 1981. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 258, junho 1981. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 259, julho 1981. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 260, agosto 1981. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 261, setembro 1981. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 262, outubro 1981. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 263, novembro 1981. 1 ct. a preto.
AnedotaJornal do Exército, n.º 264, dezembro 1981. 1 ct. a preto.

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LIVROS DE HUMOR / BOMBA H
1968
Zé Manel apenas desenhava as capas a traço. A cor era dada posteriormente.

“— …E a isto chamava você ‘trazer-me aos fados’!!!”Bomba H, n.º 50, fevereiro 1968. Capa 1 il. 4 cores.

“— Sim… aqui fala do serviço permanente…”Bomba H, n.º 52, abril 1968. Capa 1 il. 4 cores.

Zé Manel Bomba H 52

“— Virgem?…”Bomba H, n.º 54, junho 1968. Capa 1 il. 4 cores.
“— Não sei porquê, não me agrada a nova empregada dos balneários…”Bomba H, n.º 55, julho 1968. Capa 1 il. 4 cores.
“— Quando tirais a vossa armadura, Dom Aleixo, já não ficais tão parecido com o Charleston Heston…”Bomba H, n.º 56, agosto 1968. Capa 1 il. 4 cores.
“— Parece que o marido trabalha na O.N.U. …”Bomba H, n.º 57, setembro 1968. Capa 1 il. 4 cores.
“— Ai Manel, mas que raio de folclore é este?…”Bomba H, n.º 58, outubro 1968. Capa 1 il. 4 cores.
“— Ena pai! Um restaurante de luxo!…”Bomba H, n.º 59, novembro 1968. Capa 1 il. 4 cores.
“— Não sei porquê, mas acho algo de estranho no seu carro…”Bomba H, n.º 60, dezembro de 1968. Capa 1 il. 4 cores.
1969
“— Perdoai, Sire, mas creio que vos enganásteis…”. Bomba H, n.º 61, janeiro 1969. Capa 1 il. 4 cores.
“— Não, minha menina! Essa espécie de nódoas não lavamos”Bomba H, n.º 62, fevereiro 1969. Capa 1 il. 4 cores.
“— Bem sei que sou o patrão, querida, mas a hora de entrada continua a ser às 9…”Bomba H, n.º 63, março 1969. Capa 1 il. 4 cores.
“— Tenho uma comunicação importante a fazer…”Bomba H, n.º 64, abril 1969. Capa 1 il. 4 cores.
“— Não percebo a tua confiança nas “últimas novidades” desse costureiro…”Bomba H, n.º 65, maio 1969. Capa 1 il. 4 cores.

“— Porque é que estás a preparar o vestido preto para amanhã, querida?”Bomba H, n.º 66, junho 1969. Capa 1 il. 4 cores.

“— Havemos de ser muito felizes, querido!!!”Bomba H, n.º 67, julho 1969. Capa 1 il. 4 cores.

“— Filho! — Papá!”Bomba H, n.º 68, agosto 1969. Capa 1 il. 4 cores.

“— Mas, ‘madama’, lá por ser o dia do turista, eu…”Bomba H, n.º 69, setembro 1969. Capa 1 il. 4 cores.

“— Ó Mestre, quando é que se resolve a compar óculos??? “Bomba H, n.º 70, outubro 1969. Capa 1 il. 4 cores.

“— Quer admirar melhor a peça mais rara do meu apartamento? Puro Luís XV…”Bomba H, n.º 71, novembro 1969. Capa 1 il. 4 cores.

“— Parece não estar contente por ter uma administradora, Silva…”Bomba H, n.º 72, dezembro 1969. Capa 1 il. 4 cores.
1970
“— Creio que esse dentinho tem uma grande raiz…”Bomba H, n.º 73, janeiro 1970. Capa 1 il. 4 cores.
“— E quando lhe disse que se portasse bem… portou-se mesmo…”Bomba H, n.º 74, fevereiro 1970. Capa 1 il. 4 cores.

“— Não achas estranhos os companheiros de brincadeiras do nosso filho???”Bomba H, n.º 75, março 1970. Capa 1 il. 4 cores.

“— Pode descer um centímetro e meio, porque a mini-saia já não se usa…”Bomba H, n.º 76, abril 1970. Capa 1 il. 4 cores.

“— Eureka, Dona Brígida eureka! Inventei a gazua!”Bomba H, n.º 77, maio 1970. Capa 1 il. 4 cores.

“— É a minha nova miúda! Bem fitinha, não achas?!”Bomba H, n.º 78, junho 1970. Capa 1 il. 4 cores.
“— Tem cada birra, que é melhor fazer-lhe as vontades…”Bomba H, n.º 79, julho 1970. Capa 1 il. 4 cores.

“— Pois, meu amigo, com esta é a quinquagésima sexta vez que por cá ando…”Bomba H, n.º 80, agosto 1970. Capa 1 il. 4 cores.

“— Será que agora acabamos de vez com as más-línguas?”Bomba H, n.º 81, setembro 1970. Capa 1 il. 4 cores.

“— Sim, Carlos, infelizmente também cá em casa existe o desencontro de duas gerações…”Bomba H, n.º 82, outubro 1970. Capa 1 il. 4 cores.

“— Desculpe, menina, mas… está multada!…”Bomba H, n.º 83, novembro 1970. Capa 1 il. 4 cores.

“— …A criança? Foi com a minha mulher à festa da escola… Sou eu que fico sòzinho”Bomba H, n.º 84, dezembro 1970. Capa 1 il. 4 cores.
1971
“— O sinalzinho, senhor guarda?… Qual sinalzinho?!!”Bomba H, n.º 85, janeiro 1971. Capa 1 il. 4 cores.

“— Que dezembro terrível… Estava frio, não estava?…”Bomba H, n.º 86, fevereiro 1971. Capa 1 il. 4 cores.

“— Não, não é para guardar o carro…”Bomba H, n.º 87, março 1971. Capa 1 il. 4 cores.
“— Psst, cavalheiro! Olhe que o metro ficou vazio na estação que passou…”Bomba H, n.º 88, abril 1971. Capa 1 il. 4 cores.

“— Mas querido, como hoje é mais cedo, talvez não apanhe o ‘metro’ em horas de ponta…”Bomba H, n.º 89, maio 1971. Capa 1 il. 4 cores.

“— Mas, Alberto, aí atrás já não há florinhas…”Bomba H, n.º 90, junho 1971. Capa 1 il. 4 cores.
“— … Estes nossos beijos, Luísa… Estes nossos beijos…”Bomba H, n.º 91, julho 1971. Capa 1 il. 4 cores.
“— Que tal me achas com a nova ‘lingerie’? O homem da loja adorou…”Bomba H, n.º 92, agosto 1971. Capa 1 il. 4 cores.

“— É um restaurante caríssimo, mas, caramba! O serviço compensa!”Bomba H, n.º 93, setembro 1971. Capa 1 il. 4 cores.

“— Vinha pedir  mão da sua filha – apesar de ser o que menos interessa, não acha?”Bomba H, n.º 94, outubro 1971. Capa 1 il. 4 cores.

“— Sim, cheguei aqui sózinha… e creio que não vai acreditar no que lhe vou contar…”Bomba H, n.º 95, novembro 1971. Capa 1 il. 4 cores.

“— Desculpem, mas o gerente pergunta se precisam de alguma coisa… como há dois anos que não diziam nada…”Bomba H, n.º 96, dezembro 1971. Capa 1 il. 4 cores.
1972

“— Apenas uma pergunta: isto que me mandaste… Para que serve???”Bomba H, n.º 97, 1972. Capa 1 il. 4 cores.

“— É que uma sabe fazer uns óptimos petiscos, outra costura que é uma beleza, e a outra, a dançar, é um encanto…”Bomba H, n.º 98, 1972. Capa 1 il. 4 cores.

“— O senhor fuma na cama???”Bomba H, n.º 99, 1972. Capa 1 il. 4 cores.

“100 legenda…”Bomba H, n.º 100, abril 1972. Capa 1 il. 4 cores.
Actualidades FotogozadasBomba H, n.º 100, abril 1972. Miolo 1 il. a preto.
“— O ‘metro’ vinha outra vez muito cheio?”Bomba H, n.º 101, abril 1972. Capa 1 il. 4 cores.

“— O quê? Despedi-la porque ela só sabe fazer bifes? Ó filha, mas eu nunca tinha comido carne tão boa!…”Bomba H, n.º 102, abril 1972. Capa 1 il. 4 cores.

“— Ele sempre sonhou ter um aquário… Então, saíu-lhe o totobola e…”Bomba H, n.º 103, maio 1972. Capa 1 il. 4 cores.

“— Sê sincero, Luís! Trazes o cão-polícia para a praia, só porque o animal precisa de sol???”Bomba H, n.º 104, junho 1972. Capa 1 il. 4 cores.

“— Já descobri porque é que eles usam barbatanas artificiais… As pernas deles não valem nada!”Bomba H, n.º 105, julho 1972. Capa 1 il. 4 cores.

“— Papá, vou-me casar! Conhecemo-nos profundamente num engarrafamento da baixa até casa…”Bomba H, n.º 106, agosto 1972. Capa 1 il. 4 cores.

“— Deixa-te dessas manias de contágios, Alberto! Tenho apenas uma simples constipação”Bomba H, n.º 107, setembro 1972. Capa 1 il. 4 cores.

“— Benditas modas modernas! A minha Joaquina continua convencida de que é um rapazinho!”Bomba H, n.º 108, outubro 1972. Capa 1 il. 4 cores.

“— É um bolo para um cliente que festeja os 45 anos entre amigos…”Bomba H, n.º 109, novembro 1972. Capa 1 il. 4 cores.

“— Que disparate, João! Acaba lá de pôr creme! Já vais no décimo frasco!…”Bomba H, n.º 110, dezembro 1972. Capa 1 il. 4 cores.
1973

“— Aldrabão! E comprei-te eu por eunuco!”Bomba H, n.º 111, janeiro 1973. Capa 1 il. 4 cores.

“— Não, meu pobre e ingénuo filho… ter uma secretária não é isso… nem para isso”Bomba H, n.º 112, fevereiro 1973. Capa 1 il. 4 cores.

“— Sr. professor, já reparou que a maré baixou há mais de uma hora?…”Bomba H, n.º 113, março 1973. Capa 1 il. 4 cores.

“— Torno a afirmar-te que sou uma rapariga livre! O meu marido é que não há maneira de acreditar…”Bomba H, n.º 114, abril 1973. Capa 1 il. 4 cores.

“— A menina não se aproveite do autocarro ir cheio! Olhe que eu chamo o sr. condutor…”Bomba H, n.º 115, maio 1973. Capa 1 il. 4 cores.

“— Casava-nos, por favor?…”Bomba H, n.º 117, julho 1973. Capa 1 il. 4 cores.

“— O pequenote do teu marido não estava aqui ao pé da gente?”Bomba H, n.º 118, agosto 1973. Capa 1 il. 4 cores.

“— Você acreditava que, nos tempos de hoje, ainda houvesse timidez assim?…”Bomba H, n.º 119, setembro 1973. Capa 1 il. 4 cores.

“— Podes ir deitar-te descansada, mãe… Isto é mesmo miopia…”Bomba H, n.º 120, outubro 1973. Capa 1 il. 4 cores.
“— Deixei cair a chave inglesa! Ninguém ficou ferido?…”Bomba H, n.º 121, novembro 1973. Capa 1 il. 4 cores.
“— Juro-lhe, menina, que de carruagem nenhuma ouvi gritar para não fechar as portas…”Bomba H, n.º 122, dezembro 1973. Capa 1 il. 4 cores.
1974

“— Com duas vindas aqui, já conseguimos mobilar três assoalhadas; e ainda há quem diga mal da poluição”Bomba H, n.º 123, janeiro 1974. Capa 1 il. 4 cores.

“— Pois, sou veterinário, menina; mas é que, às vezes, os animais pegam doenças às pessoas… E nunca se sabe se o seu cãozinho…”Bomba H, n.º 124, fevereiro 1974. Capa 1 il. 4 cores.
“— Papá! mamã! O Luís acaba de me ensinar que, afinal, eu não vim de França…”Bomba H, n.º 125, março 1974. Capa 1 il. 4 cores.

“— Bem sei que casei com uma artista célebre, mas volto a repetir que não quero aqui o Tele-jornal!”Bomba H, n.º 126, abril 1974. Capa 1 il. 4 cores.
“— O meu mano teve que sair por um bocado, mas não se preocupe, que eu já tenho espreitado o suficiente para o saber substituir…”Bomba H, n.º 127, maio 1974. Capa 1 il. 4 cores.
“— Mas nós julgávamos que apenas estudar é que era proibido…”Bomba H, n.º 128, junho 1974. Capa 1 il. 4 cores.

“— O senhor seja delicado e dê-me o seu lugar! Creio que acabo de ficar grávida”Bomba H, n.º 129, julho 1974. Capa 1 il. 4 cores.

“— Se o teu ‘magala’ não precisa da farda nas duas horas mais próximas, podia emprestar-ma… por causa do desconto de 50%…”Bomba H, n.º 130, agosto 1974. Capa 1 il. 4 cores.
“— Oxalá seja hoje que muda a velha situação!”Bomba H, n.º 131, setembro 1974. Capa 1 il. 4 cores.
“— E foi ‘isto’ que a Censura nos escondeu durante tantos anos?… Pfff!…”Bomba H, n.º 132, outubro 1974. Capa 1 il. 4 cores.

“— ‘Povo Unido’… mas não tanto, cavalheiro!…”Bomba H, n.º 133, novembro 1974. Capa 1 il. 4 cores.
“— “Esquerdas” ou “direitas”?! tanto me faz, menina. Mas, de preferência, as duas…”Bomba H, n.º 134, dezembro 1974. Capa 1 il. 4 cores.
1975
“— Disse á minha mulher que vinha ver um grande “comício”… Foi só meia mentira…”Bomba H, n.º 135, janeiro 1975. Capa 1 il. 4 cores.

“— PPD… PC… PS… PPM… CDS… MRPP… CDE… PPD… PC…”Bomba H, n.º 136, fevereiro 1975. Capa 1 il. 4 cores.

“— Alberto!!!… Seme voltas a pedir isso, denuncio-te por ‘agressão fisiológica’…”Bomba H, n.º 137, março 1975. Capa 1 il. 4 cores.

“— Mas, amor, vocês até são do mesmo partido…”Bomba H, n.º 138, abril 1975. Capa 1 il. 4 cores.

“— Casei com um reaccionário! Todos a favor do MFA, e só cá em casa nem ‘movimento’ nem ‘forças’… nem ‘arma’…”Bomba H, n.º 139, maio 1975. Capa 1 il. 4 cores.

“— Quando lhe prometi um bom lugar no centro, falava de política, seu idiota!…”Bomba H, n.º 140, junho 1975. Capa 1 il. 4 cores.

“— Meu filho?!?! Porque não o nacionalizas?…”Bomba H, n.º 141, julho 1975. Capa 1 il. 4 cores.
“— Pronto, querida, já sei que há mais coisas na vida além da política! Mas agora volta p’ra casa, por favor…”Bomba H, n.º 142, agosto 1975. Capa 1 il. 4 cores.

“— Alfredoooooooo!”Bomba H, n.º 143, setembro 1975. Capa 1 il. 4 cores.

“— Administrador de 3 empresas?!! Não, jovem, se quer casar com a minha filha, arranje um emprego estável e de futuro”Bomba H, n.º 144, outubro 1975. Capa 1 il. 4 cores.
“— Ai, desculpe, sr. Silva, mas aqui no campo nudista engano-me sempre quando dou um “passou-bem”…”Bomba H, n.º 145, novembro 1975. Capa 1 il. 4 cores.
“— Parece-me estares a levar longe demais essa tua campanha de igualdade de direitos, Alzira…”Bomba H, n.º 146, dezembro 1975. Capa 1 il. 4 cores.
1976

“— Não, não tenho carimbo, mas podes acalmar o teu patriotismo, João! Fui fabricada em Portugal”Bomba H, n.º 147, janeiro 1976. Capa 1 il. 4 cores.
“— É a nossa grande novidade para camas de casal! Colchões individuais, adaptáveis,… E que durmam para sempre!!!”Bomba H, n.º 148, fevereiro 1976. Capa 1 il. 4 cores.

“— Ai, sr. doutor não me diga que já chegámos a isto! Acabar-se o alcoól e o algodão…”Bomba H, n.º 149, março 1976. Capa 1 il. 4 cores.

“— Nacionalizada… nossa!!!”Bomba H, n.º 150, abril 1976. Capa 1 il. 4 cores.

“— A dificuldade vai ser dar-lhe um nome! O mais velho é Marcelo, o do meio António, o mais novo Vasco…”Bomba H, n.º 151, maio 1976. Capa 1 il. 4 cores.

O votoBomba H, n.º 152, junho 1976. Capa 1 il. 4 cores.

“— Com tanta baboseira sobre a ‘da esquerda, a da direita e a do centro’, ou são tarados sexuais, ou tarados políticos…”Bomba H, n.º 153, julho 1976. Capa 1 il. 4 cores.

“— Ora lá faltou outra vez a aguinha. Não é verdade?!!”Bomba H, n.º 154, agosto 1976. Capa 1 il. 4 cores.
“— Rogério, deixa-o em paz!!! Vais ter anos e anos para lhe ler Marx…”Bomba H, n.º 155, setembro 1976. Capa 1 il. 4 cores.
“— É natural que o método seja bom, mas acho-o mais próprio para a educação de adultos…”Bomba H, n.º 156, outubro 1976. Capa 1 il. 4 cores.
“— Que miserável atitude anti-democrática, Idalina! Só porque a pequena não é do teu partido…”Bomba H, n.º 157, novembro 1976. Capa 1 il. 4 cores.

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LIVROS DE HUMOR / VÁRIOS
1962
Parodiantes de Lisboa, Patilhas e Ventoinha. textos de António Gomes de Almeida, Ruy Andrade e Manuel Puga. Lisboa: Parodiantes de Lisboa. Capa 1 il. a 4 cores, miolo 7 il. a preto.

Zé Manel - Patilhas e Ventoinha

s.d.
Almeida, António Gomes de, Manual da Má Língua. Lisboa: edição do autor. Capa 1 il. a 4 cores, contracapa 1 il. a 4 cores, miolo 36 il. e ct. a preto.

Zé Manel má lingua

Zé Manel Manual da Má Língua

— Alberto, mete a língua para dentro!! O que hão-de pensar as outras pessoas?!

Os Salazarentos, («legendas de António de Almeida sobre fotos da imprensa diária»). Lisboa: Edição Estaminé. Capa 1 il. a 2 cores.

Zé Manel os salazarentos

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LIVROS PARA A INFÂNCIA
1968
Namorado, Maria Lúcia, A História de um Bago de Milho. Lisboa: Estúdios Cor. Capa 1 il. 4 cores, guardas 2 il. 2 cores, interior 29 il. 1, 2 e 3 cores.

Zé Manel a história de um bago de milho

Zé Manel afinal, não foi difícil...

1970
Soares, Maria Isabel de Mendonça, Afinal, Não Foi Difícil…. Biblioteca da Juventude, Série A n.º 45. Lisboa: Editorial Verbo. Miolo 7 il. 1 cor (capa de José Antunes).
Soares, Maria das Mercês de Mendonça (seleção), O Bazar Mágico e Outros Contos. Biblioteca da Juventude, Série B n.º 10. Lisboa: Editorial Verbo. Miolo 7 il. 1 cor (capa de José Antunes).

1972
Soares, Luísa Ducla, A História da Papoila. Lisboa: Editorial Estúdios Cor. Capa/contracapa 1 il. 4 cores, miolo 18 il a 4, 2 e 1 cor + poster 1 il. 4 cores.

Zé Manel a história da papoila

1973
Soares, Luísa Ducla, O Soldado João. Lisboa: Cor Infantil, Editorial Estúdios Cor. Capa 1 il. 4 cores, miolo 19 il a 4 e 1 cor. 2.ª edição (capa mole), sem data.

Zé Manel o soldado joão - 1973

Soares, Luísa Ducla, O Ratinho Marinheiro. Lisboa: Cor Infantil, Editorial Estúdios Cor. Capa 1 il. 4 cores, miolo 14 il a 4 e 1 cor.
Vale, Maria Amália, O Baptizado da Coelhinha. Lisboa: edição especial patrocinada pela Direcção-Geral de Educação Permanente. Capa 1 il. 4 cores, interior 10 il. 1 cor.

1974
Vale, Maria Amália, Aventuras da Linda, do Sonhador e do Vaidoso. Lisboa: edição especial patrocinada pela Direcção-Geral de Educação Permanente. Capa 1 il. 4 cores, interior 8 il. 1 cor.

Zé Manel aventuras da linda

1976
VV AA, O Meu Livro de Natal, capa 1il. 4 cores; Receitas para Dias Festivos, 2 il. a 4 cores; Chuvas de Outono (conto), 6 il. a 4 cores; Calendário, 1 il. a 4 cores; Postais destacáveis, 5 il. a 4 cores. Lisboa: Editorial Scire.

Zé Manel O meu livro de natal 1976

1978
Costa, Soledade Martinho, Vamos Adivinhar Frutos. Colecção Ler e Pensar, n.º 3. Ed. autor. Capa 1 il. 4 cores, interior 14 il. 4 cores.

Zé Manel vamos adivinhar

1980
Vale, Maria Amália, Se Houvesse Sempre Palhaços…. Lisboa: sem editor, 1980. Capa 1 il. 4 cores, miolo 6 il. 1 cor.

Zé Manel se houvesse sempre palhaços...

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LIVROS ESCOLARES
Exercícios Pré-Primários – Caderno 1, por Maria Luísa Torres Pires. Lisboa: FOC Escolar, s.d. capa 1 il. a 4 cores, miolo 9 il. a preto, 17 vinhetas a preto.

Zé Manel caderno 1

Aprende a Observar – Exercícios Preventivos da Dislexia – Caderno 4, por Maria Luísa Torres Pires. Lisboa: FOC Escolar, s.d. capa 1 il. a 4 cores.
Aprende a Associar – Caderno 5, por Luísa Franco Vieira Carneiro. Lisboa: FOC Escolar, s.d. capa 1 il. a 4 cores.
Aprende a Contar – Caderno 6, por Francisca Batista. Lisboa: FOC Escolar, s.d. capa 1 il. a 4 cores.

Pirouettes, Maria Lourdes Santos Costa e Nelly Marmorat. Lisboa: Editorial O Livro, 8.ª edição, 1987. Capa e contracapa 2 il. 4 cores, ≈115 il., vinhetas, jogos e bds a 4 cores.

Zé Manel pirouettes

Camões Tal e Qual, Maria José Balancho e Ana Maria Ribeiro dos Santos. Lisboa: Didáctica Editora, 1980. Capa 1 il. 4 cores, contracapa 10 il. a 4 cores.

Zé Manel camões

Our New Friends, Maria Adelina Villas-Boas, Maria Madalena Cecílio Gonçalves e Helena Maria Pinto. Lisboa: Editorial Aster, s.d.. Capa 1 il. 4 cores, ≈25 il. a castanho, ≈40 bds a castanho.

Zé Manel our new friends

BILHETES DE LOTARIA
1974
Lotaria de Fim do Ano. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 27 dezembro 1978. 1 il. a 4 cores.
1978
Lotaria das Vindimas. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 7 setembro 1978. 1 il. a 3 cores.
Lotaria da República. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 6 outubro 1978. 1 il. a 3 cores.
Lotaria da Padroeira. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 7 dezembro 1978. 1 il. a 3 cores.

Zé Manel 1978 vindimas

Zé Manel 1978 republica

Zé Manel 1978 padroeira

1979
Lotaria Comemorativa do 25 de Abril. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 26 abril 1979. 1 il. a 3 cores.
Lotaria de Sto. António. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 7 junho 1979. 1 il. a 4 cores.

Zé Manel 1979 25 abril

1980
Lotaria do Natal. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 18 dezembro 1980. 1 il. a 4 cores.
1981
26.ª Lotaria Nacional. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 16 julho 1981. 1 il. a 3 cores.
27.ª Lotaria Nacional. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 23 julho 1981. 1 il. a 3 cores.
28.ª Lotaria Nacional. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 30 julho 1981. 1 il. a 3 cores.
30.ª Lotaria Nacional. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 20 agosto 1981. 1 il. a 3 cores.
1982
32.ª Lotaria Nacional. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 9 setembro 1982. 1 il. a 3 cores.
8.ª Lotaria Nacional Extraordinária. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 23 dezembro 1982. 1 il. a 3 cores.
Lotaria do Fim do Ano. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 30 dezembro 1982. 1 il. a 3 cores.
1983
Lotaria do Carnaval. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 10 fevereiro 1983. 1 il. a 4 cores.

Zé Manel 1983 carnaval

13.ª Lotaria Nacional. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 14 abril 1983. 1 il. a 3 cores.
18.ª Lotaria Nacional. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 19 maio 1983. 1 il. a 3 cores.
23.ª Lotaria Nacional. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 30 junho 1983. 1 il. a 3 cores.
Lotaria do Fim de Ano. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 30 dezembro 1983. 1 il. a 4 cores.
1984
Lotaria Especial de Junho. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 14 junho 1984. 1 il. a 3 cores.
1.ª Lotaria Especial de Agosto. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 9 agosto 1984. 1 il. a 3 cores.
1985
Lotaria Comemorativa do Dia Nacional da Segurança Social. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 3 maio 1985. 1 il. a 4 cores.
26.ª Lotaria Nacional. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 18 julho 1985. 1 il. a 4 cores.
30.ª Lotaria Nacional. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 22 agosto 1985. 1 il. a 4 cores.
Lotaria das Vindimas. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 5 setembro 1985. 1 il. a 3 cores.
1986
Lotaria da Primavera. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 4 abril 1986. 1 il. a 4 cores.
Lotaria do Zodíaco. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 29 agosto 1986. 1 il. a 4 cores.
Lotaria das Vindimas. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 5 setembro 1986. 1 il. a 4 cores.

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DISCOS
Gina Maria, Antes Livre e Comer Broa, EP. Alvorada, s.d.

Zé Manel antes livre e comer broa

9 Responses

  1. Olá, Em conversa com o Zé Manel, fiquei a saber que não era ele quem coloria as capas da Bomba H. Desenhava apenas a traço.
    Obrigado pelo excelente trabalho. Zé Oliveira

  2. Helder Martins diz:

    Parabéns. Bom Trabalho.

  3. Helder Martins diz:

    Zé Manel faleceu este ano. Pouco ou nada se falou.Estive com ele no dia da sua morte.Tenho muitos anos de trabalho com a sua colaboração Estou ao dispor para ajudar a sua biografia e fornecer material.

    • Zé Oliveira diz:

      Poderemos colaborar, pelo menos, com material gráfico de sua produção e com fotos das suas participações nas Festas da Caricatura da Lousã.

      Zé Oliveira

  4. Zé Oliveira diz:

    Assino em nome da Cooperativa e jornal Trevim (da Lousã).
    Zé Oliveira

  5. Zé Oliveira,

    Nos últimos tempos tenho falado bastante sobre o Zé Manel porque estou a fazer um livro sobre o designer, ilustrador e cartunista Vítor da Silva. Eram grandes amigos. Não tenho nenhum plano para algum acontecimento próximo relacionado com ele. Mas, mais tarde ou mais cedo, alguém fará uma retrospetiva digna do grande ilustrador e cartunista que ele foi. Entretanto continuo a comprar material impresso para acrescentarar no blog aos dados disponíveis na coluna de biografias.
    Mantemo-nos em contacto e, quem sabe, ainda nos cruzaremos brevemente a pretexto do Zé Manel.

    Um abraço

    Jorge Silva

  6. Hélder Martins

    Em breve contacto consigo. No mínimo, para aumentar a coluna biográfica do zé MAnel

    Um abraço
    Jorge Silva

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Index

Index de ilustradores em que a listagem da obra e bibliografia, embora tendencialmente exaustivas, não são raisonée. É um work in progress onde todas as contribuições são bem-vindas.

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